Archive for março \30\UTC 2010

Marcas apostam em target jovem!

30/03/2010

Recentemente tenho analisado estratégias de comunicação muito similares entre algumas marcas, a de apostar no público jovem como novo target.

Esse mês por exemplo saiu na revista ISTOÉ Dinheiro uma matéria falando sobre a marca sueca Gant com o título “Quero ser Jovem”. A marca que anteriormente era sinônimo de estilo e classe para homens maduros, agora contratou o estilista Michael Bastian para dar uma repaginada e trazer um “ar mais jovem”. Para isso novas coleções totalmente focadas neste target de 20 a 30 anos estão sendo produzidas e a idéia é trabalhar cada vez mais com esse público.

Para isso a Gant vem realizando diversas ações de marketing interessantes para atrair este novo target. Desde ações em quadras de esporte no meio da cidade de Nova York até em vestiários masculinos!

Em entrevista à ISTOÉ Dinheiro, André Robic (diretor executivo do IBModa) disse: “A Gant é uma marca para o homem que quer andar bem vestido sem ser demasiado tradicional […]” É isso que diz também o novo estilista da marca Michael Bastian, que pretende fazer um mix entre esporte, retrô e moda contemporânea, atraindo assim esse novo público. A marca pretende até 2012 abrir sete lojas no Brasil, país onde vê grande poder de crescimento.

Outras marcas que estão utilizando muito deste “youth power” são as italianas Benetton e ETRO. Ambas vêm utilizando em suas publicidades jovens nas faixas dos 20 aos 30 anos. A ETRO que trabalha com temas étnicos e aborda fortemente em sua comunicação, desde as roupas até as campanhas publicitárias muito a ação afirmativa da miscigenação e da globalização (assim como a Benetton) tem criado muito para o público jovem, que de fato é o seu público-alvo, mas têm feito isso de forma mais visível, basta ver as campanhas mais recentes da marca.

A Benetton então tem se focado fortemente neste público, tanto que lançou a campanha IT´S MY TIME, que se tornou um sucesso. Jovens do mundo inteiro podiam mandar fotos suas como num lookbook para serem selecionados como os novos modelos das campanhas da marca. A marca utilizará “real people” nas campanhas e não modelos. Todos os jovens selecionados para a campanha ou que se envolveram no projeto estavam na faixa dos 20 aos 30 anos.

O fato é que esse público sempre foi um forte comprador no mundo da moda, principalmente com o advento da geração Y com o passar dos anos. Jovens trabalhadores, que possuem um bom poder aquisitivo, que são empreendedores ou criativos e que têm muita informação cultural.

Esse público jovem mudou com o passar dos anos, é social e econômica esta mudança. Antes para a moda este público era abordado de forma underground, como nos anos 90 com a estética “heroin chic” dos filmes de Harmony Korine e Larry Clark, ou como nos snapshots de Terry Richardson e Nan Goldin em início de carreira. A estética indie e grunge era o ponto alto da época, um movimento meio “geração perdida”, pós muro de Berlim.

Hoje essa imagem mudou e a moda e a publicidade trabalham agora com uma juventude sorridente, bonita e que tem dinheiro no bolso e mais do que nunca as marcas estão se aproveitando disso.

Bruno Mendonça – IBModa

Post#2 – Senac Moda Informação Verão 2011

29/03/2010

Olá gente!

E como prometemos no post anterior aqui vai a entrevista super bacana que fizemos com a Adriana Yoshida, editora de conteúdo da Revista Capricho.

(imagem divulgação)

A editora conversou com o IBModa durante a 35ª edição do evento Senac Moda Informação. Adriana falou sobre o seu target na revista, life style, mercado e comunicação!

Seguem os links:

Parte 01 – http://www.youtube.com/watch?v=sU6dACoxnEw

Parte 02 – http://www.youtube.com/watch?v=DSXZxkION60

E além disso entrem em nossa página no youtube! Lá você encontrará entrevistas, drops, depoimentos, cobertura de eventos e muito conteúdo sobre moda, educação, negócios e comportamento.

LINK-SE: http://www.youtube.com/user/IBMODABRAsIL

Abs.

Equipe IBModa

Post#1 – Senac Moda Informação Verão 2011

25/03/2010

A Equipe do IBModa participou hoje do evento Senac Moda Informação que chegou à sua 35ª edição após 18 anos de existência.

O IBModa pegou alguns depoimentos muito interessantes sobre o evento e fará alguns drops de entrevistas em nosso canal no youtube. (http://www.youtube.com/user/IBMODABRAsIL)

Logo de início encontramos o pessoal de marketing da Tecnoblu que nos apresentou o novo projeto da marca. A Tecnoblu que tem como slogan “your id” agora começa com um projeto de abrangência de mercado tentando trabalhar dentro de seu nicho e segmento de mercado uma nova proposta que são as tags e etiquetas. A marca está com toda uma linha de tags e etiquetas para malharia que antes eram apenas produzidas pela empresa para a área de jeans, agora atuando nesta parte com o setor de malharia a Tecnoblu pretende atingir mais um prisma no mercado têxtil.

A marca fez uma grande pesquisa neste setor de tags e etiquetas e um intenso trabalho de planejamento estratégico para chegar a esse novo conceito. Um caminho ousado mas que parece que dará certo segundo a equipe de marketing da marca. No Brasil este mercado ainda é restrito pois os tags e as etiquetas ainda são vistos como comunicação visual apenas, mas na Europa por exemplo algumas marcas trabalham esta parte como verdadeiros acessórios, com texturas, tridimensionalidade e atualmente eles estão evoluindo inclusive para um objeto utilitário.

Para abordar um diferencial a Tecnoblu está investindo em matérias primas, novas tecnologias, identidade seguindo o seu target e novos processos de produção além de maquinário.

O IBModa também bateu um papo com Marta Magri, coordenadora de moda do Senac. Marta contou ao IBModa que depois de 18 anos de existência o evento tomou uma proporção muito satisfatória chegando à sua 35ª edição. Marta diz que o grande trunfo do evento é de atuar diretamente com seu público-alvo que são profissionais da área têxtil, normalmente pequenos e médios empresários. Além disso Marta diz que o foco do evento é atuar de forma segmentada e didática de certa forma elaborando conteúdos que possam ser adaptados para o mercado além de se criar um relacionamento entre potenciais vendedores e compradores.

Marta disse também que o evento trabalha em cima do conceito da imparcialidade tanto em termos comerciais como merchandising, patrocínio e apoio como na área de informação e acha que é esse o caminho para que o evento tenha ainda mais credibilidade. Outro ponto relevante na visão da coordenadora também é a internet, fator decisivo para o crescimento do evento que se estruturou muito em cima das novas mídias com o passar dos anos.

Bom, para um próximo post para ainda essa semana ficará a entrevista super bacana que fizemos com a Adriana Yoshida, editora de conteúdo da Revista Capricho que deu uma palestra super interessante sobre life style e comportamento sobre os jovens contemporâneos e bateu uma bola com o IBModa sobre consumo, tendências e mercado.

Aguardem que logo mais iremos trazer mais informações!

Até+

Bruno Mendonça – IBModa

Skol Sensation com consultoria de moda online!

25/03/2010

(still do vídeo da campanha da marca D´Arouche de Carol Glidden Gannon e Davi Pollak)

Roupa branca no Brasil é sinônimo de modelito para o ano novo e só. Até hoje. Traje obrigatório do Skol Sensation, todos querem arrasar na pista desfilando modelos ousados para destacar-se em meio ao oceano branco que é a festa. Para ajudar, o evento decidiu dar uma mãozinha com a promoção “Look dos Sonhos”. Tudo começa ao fazer uma inscrição no site do Skol Sensation enviando o look desejado para ir à festa. Os consultores de moda e fashionistas liderados por Carol Glidden Gannon , uma das mais conceituadas do setor com modelos já usados no Sex and The City, irão comentar e dar dicas do visual de cada participante, além de escolher as 15 melhores combinações para irem a votação popular. Os cinco looks vencedores irão ganhar o visual dos sonhos e um par de ingressos para o evento. A única restrição é que o traje seja de marcas brasileiras e custem até R$ 1.000. A ação foi desenvolvida pela agência Garage Interactive.

Bruno Mendonça – IBModa

Kenzo e sua “ação afirmativa”…

17/03/2010

A Kenzo Perfum integra o grupo LVMH que atualmente é uma das maiores holdings do mundo.

A grife anunciou na semana passada em São Paulo durante o lançamento da nova fragrância denominada Essentielle que irá investir 20% a mais em marketing em 2010 do que em anos anteriores. Será ainda algum efeito da crise? Aparentemente não e sim apenas um reposicionamento de marca.

Fabiane Rouillé, diretora da Kenzo no Brasil, em entrevista para o jornal Propaganda e Marketing disse que a marca voltará a atuar com mídia impressa e que também irá veicular campanhas em TV a cabo.

No mundo a Kenzo está entre as top dez dos segmentos de fragrância e no Brasil é uma das mais vendidas!

Na criação das campanhas da marca está à frente Patrick Guedj que trabalha com o lema da simplicidade e da ação afirmativa abordando a miscigenação, o uso quase nulo de efeitos especiais e quase nada de modelos. Além disso a marca nunca, isso mesmo, nunca usa celebridades como personagens para as campanhas.

É parece que a Kenzo está bem conectada com a estética da organicidade e a do design mais natural. A marca também está abordando muito a tendência fair and square apontada pela WGSN como uma estratégia para 2011.

De fato a Kenzo quer fazer a sua papoula desabrochar ainda mais…

Bruno Mendonça – IBModa

Google x Facebook – Os fins justificam os meios!

17/03/2010

Saiu ontem no Jornal O Estado de São Paulo no caderno Link uma matéria muito legal sobre alguns pontos convergentes ou divergentes entre as ferramentas google e facebook. A matéria das jornalistas Carla Peralva e Ana Freitas tratava de uma forma bem humorada um certo caráter maldoso presente nestas corporações e de como tanto poder pode se tornar megalomaníaco.

Editamos as partes mais interessantes da lista apresentada no jornal e resolvemos disponibilizar aqui no blog para todos! Bom, e para quem leu a matéria no jornal ou ler aqui essas informações irá entender porque para o google e o facebook os fins justificam os meios!

1 – Investidores:

No caso do facebook um dos investidores é ligado a um órgão do Departamento de Defesa dos Estados Unidos cujo objetivo é “reunir informações para uso do governo dos EUA”. (medo!)

Já o google tem como um de seus investidores uma empresa ligada ao governo Bush. A empresa em questão trabalha com pesquisas genéticas na área de biotecnologia e biociência. (Viva Blade Runner!)

2 – Ética?

O google pressionado por grandes gravadoras simplesmente deletou alguns blogs de música da rede devido ao uso de ferramentas gratuitas de download.

No caso do facebook descobriu-se através de processos e informações que saíram na mídia de que o site estaria vendendo perfis para grandes empresas.

3 – 1984

E desde a manifestação de George Orwell em seu livro 1984 a questão do “big brother” se mantém cada vez mais presente…

No caso do google e do facebook ambos utilizam de ferramentas de varredura e pesquisa inacreditáveis! Por tanto você e a sua empresa, ou seja, a sua vida em geral é 100% monitorada!

4 – Relacões Exteriores

Ambas as ferramentas da internet têm problemas com vários países. O google em especial já comprou briga com quase todos os países e inclusive com o Brasil. O facebook anda tendo muitos problemas com o Canadá por questões de vulnerabilidade.

5 – Paranóia?

Procure: google+hungry+beast ou truth+facebook

O fato é que mesmo sabendo de tudo isso quem consegue viver sem essas ferramentas? Todos sabemos a resposta, por isso o “lobo mau” anda livre, leve e solto pelo mundo cibernético.

Bruno Mendonça – IBModa

O Presente e o Futuro da Indústria Têxtil

12/03/2010

Na edição deste mês da revista América Economia saiu uma matéria interessantíssima das jornalistas Alexandra Ravinet e Roberta Pregnaca sobre o presente momento da indústria têxtil mundial, os problemas do setor, os projetos para melhorias e as novas propostas de negócios. Além disso, a matéria trás o depoimento de especialistas que prevêem o futuro do segmento.

A indústria têxtil desde a crise econômica mundial que abalou o mundo recentemente tem passado por problemas de competitividade, no Brasil, por exemplo, a questão cambial tem se mostrado o maior problema.

De uma forma mais abrangente pensando no contexto latino-americano no qual o Brasil está inserido a América do Sul passou anos trabalhando pelo sistema de maquilas fabricando roupas a partir de matérias primas importadas, isso também atrasou muito o desenvolvimento têxtil local e sua competitividade global. Segundo o Departamento de Comércio dos Estados Unidos em 2004, Guatemala, México, Honduras, El Salvador, Nicarágua, Costa Rica, República Dominicana e Colômbia, juntos, representavam mais de 90% das exportações latino-americanas de confecções para os EUA.

Com o fim do sistema de cotas de importação de produtos têxteis pelos países ricos que vigorou 3 décadas por conta do acordo da OMC houve um impacto profundo na concorrência o que deixou os blocos ainda mais vulneráveis com a forte e crescente presença da China nos mercados de nicho e na busca de novos compradores.

“O que resta desde então são exemplos de fabricação de produtos que demandam especificações de qualidade muito estritas ou sofisticadas, em que os países latino-americanos ganham uma fatia do mercado”, diz Arturo Condo, diretor da Escola de Negócios Incae na Costa Rica, e autor de um estudo sobre o setor têxtil exportador latino-americano depois da liberalização do comércio. “As empresas, ou se concentraram na busca de nichos, ou simplesmente saíram dessa indústria, aproveitando a mão de obra e o capital para explorar outro segmento.”

“Hoje, o mapa dos players do mercado têxtil global mudou” diz Pietra Rivoli, professora de Finanças e Negócios Internacionais da Universidade de Georgetown, em Washington, autora do livro As Viagens de uma Camisa na Economia Global. “Antes do fim das cotas, eram 80 países os que concorriam nesse mercado; agora, a briga é entre os cinco ou seis que dominarão essa indústria, cada um se diferenciando por segmento. “Para Pietra, no caso da América Central, a principal vantagem que ainda pode colocar a região dentro do radar é sua proximidade com os Estados Unidos”. “ Da Guatemala, a viagem aos EUA dura quatro dias de navio, enquanto quem sai do leste da Ásia leva 13”.

Honduras por exemplo se especializou no segmento de camisas e roupas esportivas de empresas norte-americanas, o Paquistão, por exemplo, no mercado de roupas de cama enquanto a Índia e o México no mercado de jeans.

A crise foi um fator tão decisivo para a revisão dos parâmetros de negócios da indústria da moda que atualmente o mercado passa por uma análise obliqua de parâmetros de competitividade, gestão e produção. A crise reduziu em quase 50% a exportação têxtil de produtos ao redor do mundo.

No Brasil 92% da produção é absorvida pelo mercado interno, os analistas apontam a valorização do real como o grande entrave para o aumento das exportações. “ A moeda chinesa está 30% desvalorizada em relação à nossa, o país fixou um cambio exportador, competitivo, mas também predatório”, diz Aguinaldo Diniz Filho, presidente da ABIT (Associação Brasileira da Industria Têxtil e de Confecção).

Para superar todos esses entraves econômicos como a maior participação de mercado da indústria latino-americana, a esmagadora concorrência chinesa e a estagnação do segmento têxtil dos países desenvolvidos a moda de uma forma geral está investindo muito em tecnologia e recursos humanos para enfrentar uma conjuntura que não está fácil. Essa busca é simplesmente fundamental, pois o setor têxtil é um dos mais importantes do mundo e não pode se manter abalado.

Bruno Mendonça – IBModa

E-lixo Maps

11/03/2010

IBModa via Instituto Sergio Motta >>>>

O site E-lixo Maps foi lançado no dia 2 de março, disponibilizando ao público um banco de dados de postos de coleta de lixo eletrônico em São Paulo. O site utiliza a plataforma Google Maps para encontrar os locais mais próximos de sua casa que recebem esse tipo de resíduo e foi viabilizado por uma parceria do Instituto Sergio Motta com a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. O projeto alcançou grande receptividade da imprensa e do público e dá continuidade ao seu trabalho cadastrando mais pontos de coleta, abrangendo outras cidades e estados.

Acesse o site do projeto!

http://www.e-lixo.org/

IBModa apoia o evento NOVO – Expressão de Moda

08/03/2010

(clique na imagem para aumentar)

O IBModa está apoiando o projeto/exposição NOVO – Expressão de Moda.  Abaixo segue o release falando sobre o evento.

O NOVO – Expressão de Moda surge a partir da reflexão de jovens estilistas sobre a relação entre moda, arte, mercado e Brasil. Há mais de dois séculos arte e moda tomaram caminhos divergentes, e há quase tanto tempo buscam criar e recriar um diálogo, influenciando-se mutuamente. Nas últimas décadas, a moda ocupou museus e, nos últimos anos, grandes marcas buscaram a colaboração de artistas para coleções, festas e vitrines, no frenético clima de celebração que marcou a era anterior à explosão da bolha financeira. Do lado das artes, estilistas foram convidados a assinar curadorias e a criar obras, legitimando um novo status. De artista? Moda e arte têm objetivos e sistemas de produção diferentes, mas há entre essas disciplinas um inegável fluxo de trocas – de informações e aspirações. É possível que, ao se intensificarem e, em alguns casos, seguirem livres das regras do mercado, criem finalmente o que sugerem os debates, a exposição e o próprio título desta mostra: o “NOVO – Expressão da Moda”.
São 45 expositores apresentados em 35 obras!
Espaço AEIOU, Rua Fidalga 548 – Vila Madalena.
Exposição: de 12 à 24 de Março, das 10h00 às 18h00.
PATROCINIO: Havaianas
APOIO INSTITUCIONAL: ABEST e IBModa
Contato:
E-mail: novo.expressao@gmail.com
Blog: novodonovo.wordpress.com

Projeto do Vestuário

08/03/2010

O Instituto Brasileiro de Moda (IBModa) em parceria com o SEBRAE realizou no primeiro semestre de 2010 a primeira etapa do Projeto do Vestuário.

O Projeto do Vestuário se deu estrategicamente no estado do Paraná que tem se mostrado um pólo têxtil tendo regiões bastante produtivas como, por exemplo, a de CIANORTE e de Apucarana. Além disso, o estado tem apresentado marcas comerciais muito interessantes como as brands Morena Rosa e a jeans wear Osmoze.

Devido a essa nova expressão no segmento têxtil que o Paraná vem apresentando o IBModa pela sua experiência na área de consultoria e ensino e principalmente após o desenvolvimento de vários projetos na área de moda na região sul do país promoveu este projeto de formação.

Este trabalho foi proposto para capacitar consultores e empresários veiculados à instituição que necessariamente não atuam na área de moda, mas que a partir de um trabalho de formação poderiam exercer um trabalho de forma adequada e qualificada na área têxtil.

Para esse processo de formação e capacitação o IBModa criou um conteúdo programático especializado e desenvolveu um sistema de workshops, palestras e oficinas muito interessantes com grandes profissionais do mercado de moda, entre pesquisadores e professores.

Temas como tendências, introdução à moda, cultura e negócios de moda (gestão de marcas e marketing), planejamento e desenvolvimento de coleção dentre outros foram abordados por nomes como João Braga, Suzy Okamoto, Luciane Robic, Fábio Romito, André Robic e Valeska Nakad.

Para uma aplicação prática de todo o processo o IBModa criou quatro módulos educativos para o projeto, como: Introdução à Industria da Moda (1ª fase), Workshop e Elaboração de Modelo Diagnóstico para Empresas do Setor de Moda (2ª fase), Workshop e Elaboração de Modelo de Vendas que será ministrado por Marcos Carvalho (3ª fase), além de Workshop e Elaboração de Modelo de Consultoria em Marcas (4ª fase).

O grande objetivo dessa parceria entre IBModa e SEBRAE é de desenvolver ainda mais o setor têxtil da região e promover uma melhoria nos processos e otimizar ferramentas para potencializar o segmento gerando assim mais lucro e produtividade.

Abaixo seguem algumas fotos do projeto:

Equipe IBModa