UnoMarketing – Seminário UnoMarketing e 2° Fórum de Empreendedorismo Social

30/09/2010

 

 

O UnoMarketing, está promovendo hoje o 2° Fórum de Empreendedorismo Social que tem por objetivo sintetizar empreendimentos de sucesso nas áreas social e ambiental, comunica-los, inspirando novas idéias e possibilitando que estas ações formem redes e se multipliquem. Para tanto, o objetivo central do evento é aproximação entre os profissionais de comunicação e os profissionais de marketing e Ong’s, para assim, fomentar parcerias em busca de uma atuação comunicativa consciente.

As exposições do Fórum têm o formato de painéis e estão sendo intercaladas por pequenas comunicações de inspiradores, que apresentam e falam sobre a sua participação em cases bem sucedidos de empreendedorismo social. A apresentação é conduzida de forma irreverente por duas Clowns que intervêm com a platéia com o intuito de dissolver a timidez dos participantes e  evocar uma maior participação do público.

O evento está acontecendo na Federação do Comércio de São Paulo e é desdobramento do Seminário UnoMarketing, que aconteceu nos dias 28 e 29 de setembro. O seminário quer incentivar a apresentação de  projetos e soluções para a difusão da comunicação consciente, pautada na defesa de práticas sustentáveis por meio de  campanhas e/ou difusões de notícias dotadas de modelos de gestão éticos, transparentes e responsáveis nos âmbitos socioambientais. 

Participaram do Seminário Unomarketing, trabalhos acadêmicos e trabalhos profissionais de comunicação. Estes estão inseridos no Prêmio Unomarketing de Comunicação consciente com apoio da ABA, ABAP e AMPRO.

O Prêmio busca reconhecer projetos que se destacarem na concepção de novas ideias e soluções para a propagação da comunicação consciente,  a premiação ocorrera em 2011. O concurso visa ampliar a consciência de profissionais de marketing e comunicação, enquanto o papel que podem desempenhar na promoção e estímulo de ações sociais e ambientais.

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6º. Colóquio de Moda começa nessa 2ª. na Anhembi

12/09/2010

O 6º. Colóquio de Moda abre hoje com palestra do Profo. Dr. Norval Baitello Jr (PUC/SP), na Universidade Anhembi Morumbi. O grande diferencial do evento é abrir espaço de intercâmbio acadêmico entre pesquisadores, professores, profissionais de Moda e áreas de aderência. Por esses espaços é possível transitar entre Psicologia, Sociologia, Marketing, Jornalismo, Administração, Artes Plásticas, Design e História, o grande objetivo é promover a reflexão, o questionamento, a integração e relações entre as várias formas de abordagem da moda. André Robic (IBModa) , Wladmir Perez e Luciane Robic (IBModa) coordenam o Grupo de Trabalho (GT) de Negócios da Moda. O evento acontecerá entre os dias 12 e 15 de setembro, e se dividirá entre o auditório do Campus da Vila Olímpia (manhã) e Campus do Morumbi (tarde). Acompanhe a cobertura pelo AlemdaModa.

Confira Programação do Grupo de Trabalho de Negócios da Moda

 Equipe IBModa

Mídia Corporal

10/09/2010

Foto: AFP/Google

O recente (re)aparecimento de Larissa Riquelme com a marca Axe estampada no peito fez surgir (novamente) a questão do aluguel do corpo como espaço publicitário. As iniciativas pelo mundo a fora parecem ter se dado principalmente a margem dos grandes anunciantes. É o caso do portal de serviços Lease your Body (Alugue seu corpo), que tem o fim de fornecer contato entre anunciantes e potenciais promotores corporais.

Vejo que o interessante aqui não é discutir os limites éticos ou morais do espaço publicitário e sim a expressão de um conteúdo que se liga a marca através do corpo. Nisto a dissertação de mestrado de Andrei Schiner, Marcado na Pele: Consumo, tatuagem e corpo. Um estudo sobre as representações do consumo através de tatuagens de marcas de produtos é elucidadora, pois o autor demonstra vários casos e motivações que envolvem a tatuagem como anuncio.

Restringindo a discussão (que parece estar apenas começando) para a questão da marca, faz com que o assunto fique muito pautado na questão da inserção de uma referência a ela ou mesmo a tatuagem da logomarca como anuncio. Acredito que a questão não precisa passar apenas por esse caminho.

Ao fazer uma tatuagem o individuo pode querer expressar algo presente em seu estilo de vida, no seu universo de valores, símbolos e atitudes. Por isso, vemos alguns exemplos interessantes de tatuagens espontâneas como é o caso da Harley-Davison, que segundo um dos entrevistados por Schiner: “A Harley-Davinson é um estilo de vida. A pessoa não está tatuando a marca está tatuando o estilo de vida”. Ou seja, é como dizer: a logomarca não é a marca e marca não é só um nome do produto. Ela vai além do produto e toca dimensões imateriais que cria vínculos entre um conteúdo expresso, o indivíduo e um coletivo.

Desta maneira, acredito que um alguém possa fazer uma tatuagem que expresse um conteúdo da marca sem necessariamente tatuar a logomarca. Pode por exemplo tatuar um símbolo associado, algo que esteja relacionado com a sua história pessoal e comungar ao mesmo tempo com o lifestyle marca.

Enxergo que estas questões dão pano para manga (já que esse é um blog também de moda estamos no lugar certo, não é?) e se encontram por possuírem novas paradigmas do consumo na atualidade.

Leia o resumo da dissertação: Marcado na Pele: Consumo, tatuagem e corpo.

Veja os slides.

Confira também – “Sentidos: armas para conectar clientes”. 

Jonas Fernandes

Pesquisa IBModa

Você sabe o que é felicidade?

07/09/2010

A felicidade é um ponto de vista!


O 5º Seminário Internacional de Comportamento e Consumo – Felicidade e Consumo terminou na última sexta-feira, dia 2 de setembro, no Copacabana Palace Hotel, no Rio de Janeiro. Foram dois dias intensos, um com palestras e outro com workshop, no qual o tema foi profundamente dissecado. Ganham todos: empresas, participantes e o Brasil, que se firma cada vez mais no cenário acadêmico/empresarial como produtor de conhecimento nas áreas de administração, marketing e comunicação, entre outras.

Francesco Morace, presidente do Future Lab Concept,  abriu o seminário com a palestra “O Consumo como narração: a felicidade e o cotidiano”.  Colocou em foco valores centrais das tendências de consumo contemporâneas, destacando Emoção, Compartilhamento e Sustentabilidade.  Chamou atenção para a importância de se utilizar metodologias articuladas de coleta de dados e análise de tendências de consumo, para um monitoramento contínuo do ambiente da empresa. Na opinião de  Morace, esse é um percurso indispensável para a definição de estratégias eficazes para integrar a empresa ao seu ambiente de negócios.

Em seguida, Francesca Appiani, curadora do Museu Alessi, fez a palestra: “História e Futuro de uma fábrica de design italiano”. Apresentou a importância do design na transformação da empresa de manufatura fundada em 1921 em uma companhia atual, referência mundial de design. Concentrou-se principalmente nos últimos 30 anos da Alessi, colocando em foco a gestão de Alberto Alessi, que liderou a construção de uma empresa “que produz objetos destinados não apenas a satisfazer as necessidades primárias de seus consumidores, mas procuram contemplar também dimensões poética, artística, paradoxal e lúdica”. A ferramenta para isso é são suas pesquisas no campo da Arte aplicada e sua atuação como mediadora entre a criatividade contemporânea internacional e as expectativas e desejos do público.  Isso coloca a Alessi no conceito denominado “Artes Comerciais”, tais como moda, cinema, música e rock, entre outros similares, que ao contrário das Artes Maiores (arquitetura, pintura e escultura) necessitam da aceitação do público para justificar sua existência.

A próxima palestra foi feita por Patricia Dalpra e Marcelo Silva Ramos, do Observatório de Comportamento e Consumo do SENAI/CETIQT e Nicoleta Vaira, do Future Lab Concept, apresentando a metodologia e as análises preliminares e comparativas da pesquisa Hapiness Brasil, que aborda a cultura material da felicidade. A catalogação dos dados é feita num instrumento denominado “Matriz Hapiness Brasil”, efetuado para cada uma das oito cidades onde o trabalho é realizado. Nas linhas estão as variáveis comportamentais, e nas colunas as forças sócio-dinâmicas.  O cruzamento entre as linhas e as colunas indica “drives” de comportamento característicos para cada uma das cidades pesquisadas. Para exemplificar, os resultados da Matriz do Rio de Janeiro, onde cruzando a linha “Paisagens e natureza” com a colunas Subjetividade e personalização , o resultado será Andar na Praia. Cada matriz tem, no cruzamento das variáveis comportamentais com as forças sócio-dinâmicas, 30 “drives” de comportamento típicos da cidade onde a pesquisa é realizada. As conclusões da palestra: A felicidade é um “driver” estratégico., e varia de acordo com as “ocasiões da vida”, conceito mais atual e mais abrangente que o “estilo de vida”,  uma vez que o estilo varia de acordo com as ocasiões em que as pessoas estão inseridas.

RODADA DE DEBATES – CONCLUSÕES

Para fechar a parte da manhã, foi realizado um debate, que teve como mediadora a professora Miriam Goldenberg, para quem a felicidade esta na moda, pois existem três grandes eventos internacionais acontecendo na mesma semana no Rio de Janeiro discutindo o tema. A pesquisadora lançou a primeira pergunta: “porque a felicidade está na moda, e porque o Rio de Janeiro está centralizando essa discussão, e trazendo pessoas do mundo inteiro para discutir o problema”? , concluindo: “se fossemos felizes, porque estaríamos discutindo a felicidade?” e ao mesmo tempo apontando um paradoxo: “a felicidade se tornou um imperativo, as pessoas estão se sentindo infelizes pelo simples fato de não estarem felizes”.

ECONOMIA E FELICIDADE

O professor Eduardo Giannetti, economista e cientista social, fez a palestra sobre o tema Economia e Felicidade. Colocou como premissa inicial a questão da dificuldade em se tratar a felicidade como tema de estudo, uma vez que cada ser humano é um especialista na questão, e é um “tema intratável, perturbadoramente multidisciplinar”. Giannetti inicialmente definiu o conceito de felicidade, dividido entre o estar feliz e o ser feliz. Concentrando seu foco na dimensão ser feliz, abordou diversas pesquisas onde, para compreender a percepção de felicidade, foi realizada a pergunta básica: “considerando a vida que você tem em todo seu conjunto, você se considera feliz, medianamente feliz ou infeliz”?  As descobertas são bastante surpreendentes: (1) descobriu-se que décadas de forte crescimento econômico em países ricos alteraram em  muito pouco o nível de felicidade. No caso de países pobres, o aumento de renda  compra a felicidade, mas somente até certo ponto, a partir do qual essa diferenciação desaparece. Outro dado curioso: 93% das entrevistadas americanas acreditam estar em melhor situação do que suas avós em relação aos seus direitos e oportunidades, mas 54% não se consideram mais felizes que suas avós.  No que diz respeito a ganhadores de prêmios altos (maiores de 500 mil dólares), verificou-se que, passado o pico da euforia, não houve diferença no nível de satisfação subjetiva desses (com o perdão do trocadilho) felizardos. Quando se estuda a relação entre a idade e a felicidade, os resultados das pesquisas mostram que a curva que relaciona essas variáveis tem o formato de “U”. Existe uma percepção de felicidade quando se é mais jovem (e que corresponde em maior proporção ã dimensão de estar feliz, depois as pressões da vida cotidiana se manifestam mais fortemente, na depressão da curva, e finalmente, quando se passa para a idade mais avançada, essas pressões diminuem, e entra em cena com maior força a dimensão de ser feliz. As principais conclusões que os estudos sobre a felicidade mostraram que ao longo do tempo (medido em décadas) a variação positiva entre renda e felicidade tende a desaparecer de maneira global, mas individualmente, para alguns países, essa relação pode ser bastante forte.  Observa-se, entretanto, que a partir do momento em que as necessidades ligadas a bens primários são atendidas, a percepção de felicidade passa a estar mais ligada  à posição relativa de cada um dentro de seu grupo de referência.

FIORUCCI: 40 ANOS DE ARTE, DESIGN E MODA

Elio Fiorucci, presidente da Fiorucci – Itália apresentou o caso da empresa Fiorucci, dando destaque ao projeto Love Therapy, que nasceu após 40 anos de história e de experiência, que revolucionaram não apenas a moda, mas o estilo de vida, mudando as cores, os materiais e as formas, trazendo divertimento, liberdade, novidade e alegria.

MARCAS EMPRESARIAIS NAS DEMANDAS HUMANAS DE FELICIDADE

Finalizando as palestras do 5º Seminário Internacional de Comportamento e Consumo, o psicanalista Manoel Thomaz Carneiro trouxe alguns conceitos da psicanálise para ilustrar a ligação entre a felicidade e as marcas. Falou do trauma do nascimento, a partir do qual o ser humano se depara com um mundo cheio de necessidades e desejos a serem satisfeitos. Segundo Carneiro, felicidade é “recriar um momento da vida onde a falta não faz falta”. Isso pode ser feito pela esperança de que algo ocorrerá, ou pela sublimação, negando-se o prazer pretendido. O psicanalista faz então uma reflexão interessante, utilizando como base o tema do Seminário: em vez de a felicidade ser um ponto de vista, devemos valorizar “a vista  do ponto”, ou seja, devemos buscar aqueles pontos que são mais importantes em nossa vida e focar neles. Essa questão também pode ser levada ao mundo das marcas: aquela que melhor representa o espelho das necessidades humanas não tem crise.

A equipe da Antennaweb/Alemdamoda cobriu o evento a convite da Organização

Exposição 5o Seminário Internacional Comportamento e Consumo

07/09/2010

Realizada durante o 5o Seminário Internacional de Comportamento e Consumo, promovido pelo SENAI-CETIQT em parceria com a Future Concept Lab, a exposição mostrou o universo do tema do Seminário e dos entrevistados. O painel principal fi composto por uma instalação, que apresentava os principais objetos do dia-a-dia das pessoas, e por frases sobre a felicidade e o consumo. Veja os detalhes a seguir:

O outro painel apresentado durante a exposição apresentou o universo dos entrevistados, que preencheram o “Diário da Felicidade”, com frases e objetos deles, que recriaram o seu iniverso. Esse painel foi denominado de Painel Hapiness Brasil.

Mesmo que nesse blog, assim como na maioria dos veículos de comunicação, não seja usual fazer menções explícitas aos patrocinadores, não se pode deixar de citar o senso de adaptação e oportunidade demonstrados pela Coca Cola, que brindou os participantes  com um kit especialmente preparado  para o evento:

A equipe da Antennaweb / Alemdamoda cobriu o evento a convite da Organização.
Todas as fotos: André Robic

A Felicidade é um ponto de vista?

06/09/2010


Terminou na última sexta-feira (2/9/2010), no Rio de Janeiro, o 5º Seminário Internacional de Comportamento e Consumo, realizado pelo Senai-Cetiqt em parceria com o Future Lab Concept. No primeiro dia, o Seminário contou com palestras e dabates que abordaram os temas “Felicidade”e “Consumo”de forma complementar, na contramão das teses que dissociam felicidade de demanda, apresentando ao público a importância que esses conceitos vêm tomando na vida da população mundial. No segundo dia foi realizado um workshop, que abordou as chaves do projeto “feliz” no encontro local-global.

No hall do Copacabana Palace Hotel foi montada uma exposição, para sensibilizar os participantes do Seminário em relação aos temas abordados. No painel geral, frases coletadas ao longo do tempo que definem a felicidade para seus autores, associadas aos objetos de consumo mais desejados atualmente, relacionando felicidade e consumo.

Painel do5o Seminário Comportamento e Consumo

Acompanhe as os principais pontos do Seminário aqui no blog, e matérias completas na edição #8, que será lançada em outubro.

Antennaweb / Alemdamoda cobriu o evento a convite da organização.

Tecendo uma moda verde

03/09/2010
Foto: Eileen Costa/Reprodução/FIT

 

Os dilemas sócio-ambientais que enfrentamos atualmente nos levam a refletir sobre o nosso estilo de vida e nossos hábitos. Essas questões emergem como um contraponto dentro da sociedade de consumo, pois vivemos em uma época posterior à explosão de consumo que se deu no contexto pós-segunda guerra mundial, a partir de 1950.

Diferentes óticas sobre a sociedade de consumo, trazem à tona posicionamentos mais extremos, tanto favoráveis como contrários a este modelo socioeconômico, num constante paradoxo: se houver uma desaceleração do consumo, a economia mundial e corre sério risco de recessão, o que seria devastador no âmbito social. No entanto, se o consumo aumentar infinitamente, o meio ambiente poderá se degradar e ameaçar as condições de saúde e vida da população. Portanto a questão que emerge é: como equilibrar essas as instâncias da economia e do meio ambiente? Ou seja, como gerar uma economia sustentável?

 No caso específico da indústria do vestuário e da moda, a questão sobre o consumo não se concentra apenas na compra, mas recai sobre todo o seu ciclo, desde o plantio das matérias primas até o desuso do produto, numa cadeia produtiva que gera um impacto depreciativo ao meio ambiente. Para abordar a questão sobre sustentabilidade na moda, o Museu do Fashion Institute of Technology (FIT), de Nova York, montou a mostra Eco Fashion – Going Green.

 Na exposição estão presentes peças compostas a partir de técnicas sustentáveis que consideram o impacto social e ambiental de todas as etapas do processo produtivo. São tanto técnicas de produção dos tecidos, como o tingimento natural utilizando-se de tintas não tóxicas, quanto, técnicas de criação como a construção de novas peças por meio do reaproveitamento de outras peças já prontas onde, de forma análoga à bricolagem, os estilistas desconstroem uma peça para compor novas criações.

 A exposição demonstra também uma reflexão sobre o ciclo produtivo da moda, onde é marcante a criação do brasileiro Carlos Miele: um vestido longo de seda, com fuxicos feitos pelas mulheres que participam da Cooperativa de Trabalho Artesanal de Costura da Rocinha. Ao utilizar o trabalho de um empreendimento voltado para a transformação da realidade social de mulheres da periferia do Rio de Janeiro a peça de Miele evoca uma reflexão sobre como viabilizar a produção de vestuário, incentivando iniciativas voltadas para fins sociais.

A Eco Fashion – Going Green mostra como a moda permeia um amplo espectro de agentes sociais e o quanto pensá-la de forma sustentável pode impactar positivamente nossos problemas ecológicos e sociais. A mostra estará em cartaz no Fashion and Textile History Gallery Museum do Fashion Institure of Technology, em Nova York, até o dia 13 de novembro, com entrada franca.

Leia o artigo completo: Eco Fashion – Going Green

Visite a Coopa-Roca: Coopa-Roca

Visite o FIT: www.fitnyc.edu

Visite o museu do FIT: www.fitnyc.edu/museu

BAHIA MODA DESIGN, a Bahia na Moda

31/08/2010

Terminou ontem a primeira noite do Bahia Moda Design, evento que marca a fase final do Projeto Estruturante de Moda Bahia, que foi dividido em 3 fases: Capacitação de gestores e empresários, integração entre eles, com os designer prestando consultoria nas empresas dos gestores, conduzidas pelo IBModa e finalmente a realização de um evento que posicione a Bahia no setor nacional de moda.

O alcance dos objetivos do Projeto Estruturante não apenas foi visível como foi comentado por todos os presentes ao evento, que conta com uma rodada de negócios, palestras, exposição de empresas baianas de vestuário e, claro, desfiles. Goya Lopes abriu as passarelas apresentando suas estampas mundialmente conhecidas agora na moda praia, numa parceria com Renata Cores, que se iniciou durante o Projeto Estruturante, e já se mostra extremamente bem sucedida. Em seguida, a Habitat apresentou sua coleção de moda praia, e Sélya Marcarennas a sua coleção de moda festa. Para fechar a noite, a Vivire trouxe a leveza dos cataventos dourados, remetendo às sensações prazerosas dos ventos do campo.

É visível o aprendizado que as empresas baianas de moda apresentaram após terem passado pelo Projeto Estruturante Moda Bahia, que incluiu a capacitação de gestores e designers do estado  e o processo de consultoria de planejamento de coleção, ambos liderados pelo IBModa. Esse é o primeiro Projeto Estruturante de Moda a acontecer no país, e sem dúvida alguma se declara um ótimo modelo para implantação de outros projetos, tanto na área de moda como em outras regiões do Brasil.  De acordo com Tatiana Torres, da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Inovação da Bahia, “é o primeiro projeto estruturante finalizado no Brasil, e com um sucesso muito acima do esperado”.

Claudio Silveira é o responsável pela produção do Bahia Moda Design. Em entrevista às equipes do IBModa e do Alemdamoda presentes ao evento, Cláudio destacou a capacidade de informação das marcas baianas de moda, “mais maduras para uma visibilidade nacional”. O trabalho realizado pelo IBModa na condução do Projeto Estruturante está sendo brilhantemente consagrado por Claudio, que agrega um olhar crítico e uma vasta experiência em eventos como o Dragao Fashion, um dos principais eventos de moda além do eixo Rio / São Paulo.

Confira o vídeo e prepare-se para o line up do último dia, que contará com Hipnose, Patro, Anaport, Iza & Bell e Mahalo.

André Robic

Bahia Moda Design

30/08/2010

Foto: divulgação

É com enorme satisfação que o IBModa vê o fruto de sua participação na capacitação do Projeto Estruturante Moda Bahia render os seus primeiros grandes frutos: começa nessa segunda-feira o Bahia Moda Design, no Othon Hotel (Ondina), para mais de 1,2 mil convidados para o evento, que conta com produção da sala de desfiles de Cláudio Silveira, criador do Dragão Fashion de Fortaleza. O evento contará com uma rodada de negócios, exposições e desfiles das marcas baianas.

A fase de capacitação do Projeto Estruturante Moda Bahia foi conduzida pelo IBModa, entre os meses de setembro de 2008 e dezembro de 2009. Foram capacitados 80 empresários e 40 designers, por meios das fases do Projeto, que incluíram capacitação em gestão e design de moda para todo o público, capacitação específica para cada um dos públicos, consultoria dos designers nas empresas participantes e finalmente uma clínica de produtos, patrocinada pelo IBModa, que foi o embrião de várias das coleções que serão apresentadas.

Segue o lineup dos desfiles:

Dia 30/08 (segunda-feira)

1. Goya Lopes – 19h00
2. Habtat – 19h30
3. Sélya Mascareñnas – 20h00
4. Vivire – 20h30

Dia 31/08 (terça-feira)

1. Hipnose – 19h00
2. Patro – 19h30
3. Anaport – 20h00
4. Iza & Bell – 20h30
5. Mahalo – 21h00

Aguarde notícias fresquinhas direto do evento: a equipe do Alemdamoda está seguindo para Salvador logo mais.

Consumo e felicidade em foco

27/08/2010

Estão abertas as inscrições para o 5º Seminário Internacional de Comportamento e Consumo, promovido pelo SENAI/CETIQT, que acontece nos dias 1º e 2 de setembro, no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. Especialistas nacionais e internacionais falarão sobre a relação entre felicidade e consumo.  

Entre os palestrantes, Elio Fiorucci, presidente da marca italiana Fiorucci,  Francesca Appiani, curadora do Museu Alessa;  Francesco Morace, presidente do Future Concept Lab de Milão; Fabiana Luna, coordenadora de Gestão Estratégica e do Mercado do SENAI/CETIQT; o economista Eduardo Giannetti; e o psicanalista Manoel Thomaz Carneiro. A antropóloga Miriam Goldenberg mediará os debates.  

Fio condutor de todo o seminário, a felicidade e o consumo foram objetos de pesquisa do SENAI/CETIQT. O estudo, batizado de Happiness, será apresentado pelos pesquisadores da instituição Patricia Dalpra e Marcelo Ramos, com a participação de Nicoleta Vaira, do Future Concept Lab de Milão. Mais informações sobre inscrições e programação: www.cetiqt.senai.br.